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sexta-feira, 3 de junho de 2016

A “Farsa” Shakesperiana

Todo ser humano que se preze, dotado de qualquer conhecimento, tem a menor ciência acerca do romancista William Shakespeare, o mesmo, escreveu diversas tramas que envolvem paixão, certa dose de hostilidade e, porque não, falácias.

William Shakespeare

Ao analisar as obras deste, pude notar as similaridades que possuem. Todos contém uma palavra complexa e, tão utilizada atualmente, quanto a expressão “bom dia”, sendo ela, “amor”, que têm o poder de ser tão polêmica e devastadora, quanto o ódio.

Para aqueles que lêem e conseguem ser persuadidos pelo excepcional autor, cuidado, seus corações estão em perigo e vocês estão batendo nas portas da frustração, de nível mundial. Não pensem que são palavras de alguém desacreditado, pelo contrário, são sinceridades de uma pessoa que pede precaução e certa “racionalidade”, ao se depararem com algum escrito do mesmo.

"Romeu e Julieta" - Obra de William Shakespeare

O sentimento amor, da forma como o concebeu Shakespeare, à meu ver, é certamente, ilusório. Não há paixão em todo o globo, da mesma intensidade que a relação recíproca entre Romeu e Julieta. Relações tão confusas e, ao final perfeitas, tão bem caracterizado em Sonhos de Uma Noite de Verão, são impossíveis. Não citarei os vastos títulos do autor, onde é possível perceber esses detalhes, que são marcados por erros, por necessidade de contáta-los, de forma breve.

No fim deste, interprete como bem desejar e discorde se lhe for cabível, são apenas teorias de um ser estudioso, porém, tão inexperiente. A duvida que nos resta e é capaz de atormentar nossos pensamentos é: Será o clássico Romeu e Julieta, uma ilusão? Ironia de Shakespeare? Ou, uma bela e bem contada mentira?

Texto feito por Italo Medeiros

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